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Resenha: Rosa Negra: a Ladra Mais Famosa de Paris

Título: Rosa Negra: a Ladra Mais Famosa de Paris
Autora: Villany Maria
Páginas: 368
Editora: Autografia
Classificação: Não recomendado para menores de 14 anos.
Pesquise os gatilhos antes de ler!
Onde comprar: Amazon

Sinopse: Meia-noite na Cidade Luz, uma figura enigmática está à espreita, uma ladra que escandalizou a todos com suas façanhas incríveis e fugas extraordinárias, intitulada apenas de Rosa Negra. Os únicos verdadeiramente páreos no encalço dessa misteriosa ladra são o detetive Dimitri e sua parceira Lúcia. Juntos, todavia, cada um com o seu objetivo nessa feroz caçada. Ele, obcecado pela charada da ladra mais famosa de Paris; ela, ávida pela enorme recompensa destinada a quem decifrá-la. Entre segredos, traições e mentiras, eles descobrirão até onde seriam capazes de ir pela resposta: afinal, quem é Rosa Negra
Com uma escrita fluida, capítulos curtos e uma narrativa envolvente, vamos conhecer Rosa Negra: a ladra mais ilustre da cidade da luz. Popular pelo codinome usado para ocultar sua verdadeira identidade e pela sua sagacidade e talento para grandiosos roubos, ela surpreende a todos por sua habilidade brilhante de fuga e execução.

Os detetives Dimitri e Lúcia se unem na complicada missão de tentar capturar a ladra, cada um por suas próprias razões, porém, esse será um trabalho difícil e repleto de mentiras, traições e segredos por parte dos parceiros.


Desde as primeiras páginas somos inseridos numa trama que oferece um cenário encantador de Paris, nos conduzindo para suas ruas e pontos turísticos. Fiquei deslumbrada e com vontade de viajar para a cidade da luz.
"Os sorrisos mais belos escondem os segredos mais profundos."
A princípio, pensei que o livro seria com foco central na ladra, no entanto, a cada capítulo é apresentado mais acontecimentos e novos personagens com relevância para a resolução da história.

O que não falta nessa narrativa é ação, teve momentos que me senti um pouco perdida com a quantidade de informações novas e fiquei sem conseguir acompanhar no mesmo ritmo. Apesar da ressalva, foi uma ótima experiência, pois a autora tem uma escrita muito boa, construiu personagens enigmáticos e situações imprevisíveis. Além disso, no decorrer da obra, os mistérios vão sendo revelados, assim como o passado dos protagonistas.


Fazia tempo que eu não lia um romance policial e fiquei surpresa com essa leitura repleta de reviravoltas, drama, ação, mistério e suspense. Para quem gosta do gênero, fica a minha indicação de uma obra nacional muito instigante.

Resenha: A conspiração de Forty Acres

Título: A conspiração de Forty Acres
Autor: Dwayne Alexander Smith
Tradutor: Gabriela Araujo
Páginas: 384
Editora: Alta Novel
Classificação: Não recomendado para menores de 16 anos.
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Sinopse: Thriller com produção do rapper JAY-Z na Netflix

Ele poderia TER TUDO...Mas a que PREÇO?

Um suspense arrebatador e instigante que vai mudar para sempre a forma como você vê a escravidão e o seu legado nos Estados Unidos de hoje.

O advogado Martin Grey, um homem negro, inteligente e talentoso, que comanda um pequeno escritório de advocacia no Queens, faz amizade com alguns dos homens negros mais poderosos, ricos e respeitados nos Estados Unidos, os quais parecem pensar que Martin tem potencial para ser tão bem-sucedido quanto eles.

Maravilhado com tudo o que os homens conquistaram, Martin aceita um convite para um fim de semana longe de tudo – nada de esposas, celulares e negócios. Mas distante de casa e sem contato com as pessoas que ama, ele descobre um segredo perturbador que desafia algumas de suas convicções mais irrefutáveis…

Martin descobre que seus novos amigos ilustres são membros de uma sociedade secreta destinada à preservação da instituição da escravatura – mas, desta vez, os homens negros são os “Senhores”. Juntar-se a eles parece a garantia de um futuro sem limites, repreendê-los certamente garantiria a sua morte. Preso em um mundo imaginário perfeito que abriga uma realidade sinistra, Martin precisa encontrar uma forma de fugir que não resulte na própria morte e não o force a se tornar algo que odeia.

Fúria e compaixão, bem e mal, confiança e traição…

A tentativa desesperada de um homem de escapar das garras de uma nova ordem moral tenebrosa.
Fazia muito tempo que eu não lia um thriller psicológico tão bom quanto esse. "A Conspiração de Forty Acres" é um livro que do início ao fim me deixou completamente imersa e com um misto de sensações durante a leitura.


Com uma escrita fluida, capítulos curtos, personagens bem construídos e um enredo intenso e de tirar o fôlego, somos apresentados ao advogado Martin Grey, um homem negro muito talentoso, que ao vencer um caso passa a ter repercussão e ser notado por homens negros ricos e de muito prestígio, os quais acreditam que Grey tem potencial tanto quanto eles.

Ao se aproximar dos homens, Martin aceita um convite para um fim de semana longe de tudo. Sem nenhum meio de contato com a família, ao chegar no local, ele descobre segredos perturbadores que desafiam seus princípios. Forty Acres é uma sociedade secreta destinada a preservar a instituição da escravidão, ou seja, os homens negros escravizam pessoas brancas para se vingarem de seus ancestrais na época escravocrata.


Uma obra impecável, provocativa e repleta de adrenalina que apresenta questões controversas de raça, poder e vingança que vai te incomodar, te fazer refletir sobre o que é certo e errado, valores e empatia.

Foi um dos melhores livros de suspense que eu li esse ano. A ambientação me deixou instigada, os personagens me comoveram, foi uma leitura que me causou revolta e agonia.

O livro será adaptado para a Netflix com produção do rapper, empresário e produtor Jay-Z.

⚠️ Contém conteúdo sensível, pesquisar antes de ler.

Resenha: O Homem de Palha

Título: O Homem de Palha
Autor: Pablo Zorzi
Páginas: 368
Editora: Astral Cultural
Classificação: Não recomendado para menores de 16 anos.
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Sinopse: Riacho do Alce, Alasca.

Dezembro de 1993.

Em uma gélida madrugada de Natal, o atropelamento de uma jovem desaparecida há dez anos é apenas o início de uma sequência de crimes brutais. Nos dias que se seguiram, mulheres grávidas começam a desaparecer sem deixar vestígios, com seus corpos sempre sendo encontrados empalhados e posicionados em cenas teatrais montadas por um psicopata cruel, que todos passam a chamar de O Homem de Palha.

Nesse cenário de conflito e tensão, caberá aos oficiais Gustavo Prado, um investigador local, e Allegra Green, a parceira que veio do sul do país, desvendar o mistério e encontrar o assassino que está espalhando terror por toda aquela região do Alasca.

A trama é construída a partir do momento em que uma jovem desaparecida a 10 anos é encontrada atr0pelada numa rodovia, em Riacho do Alce, 1993.

Como consequência, mulheres grávidas começam a desaparecer na cidade e, quando a polícia as encontra, de imediato, é identificado que seus corpos estão empalhados e posicionados em cenas teatrais produzidas por um psic0pata, que todos passam a temer e chamar de O Homem de Palha.

Compete aos oficiais Gustavo Prado e Allegra Green, resolver o mistério que assoma toda a região do Alasca.


Esse foi meu primeiro contato com a escrita de Pablo Zorzi e me surpreendeu muito. Que thriller nacional bem desenvolvido, perturbador e impactante. É uma leitura de tirar o fôlego, sem dúvidas.

A história possui capítulos curtos, a narrativa é fluida e alterna entre os investigadores e o assassin0. Além dos acontecimentos atuais, iremos conhecer mais sobre o oficial Gustavo Prado, um brasileiro vivendo no Alasca e que possui alguns traumas vivenciados no passado. Em paralelo, podemos explorar a mente do psic0pata, suas motivações para cometer essas atrocidades e tentar obter mais informações para a resolução desses crim3s. Essa junção das duas narrativas provoca no leitor a necessidade de prosseguir na leitura e criar teorias junto com a investigação.


Gostei muito da ambientação no Alasca, o clima frio representou um ar sombrio e fúnebre para os eventos ocorridos. Os cr1mes são bem descritivos e pesados, possibilitando imaginar todos os detalhes. Sugiro que se atente ao conteúdo sensível antes de iniciar a leitura.

Não posso deixar de mencionar a edição do livro, a capa está muito bonita, amei a textura meio áspera fazendo jus a palha. A diagramação está impecável e as páginas contém alguns detalhes ilustrados e em outra cor.


O homem de Palha é um thriller psicológico muito envolvente, chocante e instigante, digno de uma boa adaptação na Netflix. Se você gosta de histórias investigativas e criar teorias, esse livro vai te arrebatar logo nas primeiras páginas.

Resenha: A Garota No Espelho

Título: A Garota No Espelho
Autora: Rose Carlyle
Tradutora: Marcia Blasques
Páginas: 304
Editora: Astral Cultural
Classificação: Não recomendado para menores de 16 anos.
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Sinopse: As irmãs gêmeas Íris e Summer são idênticas, mas, além do que a aparência pode revelar, há uma estranha escuridão que as diferencia. Insegura e cínica, Íris nutre uma doentia inveja da sorte aparentemente interminável de Summer, incluindo seu marido perfeito, Adam.

Íris deseja ter uma vida como a da irmã – ou, por que não, ter a própria vida da irmã. Mas até onde Íris seria capaz de ir para ter o que sempre sonhou, ainda mais quando há a fortuna de seu falecido pai em jogo?

Em um thriller em que as aparências enganam, confundem e despertam o pior de cada indivíduo, A garota no espelho conta com uma trama intricada, cheia de reviravoltas, em que nada – nem ninguém – é o que parece ser.
Íris e Summer são irmãs gêmeas idênticas e espelhadas, ou seja, significa que elas são reflexos exatos uma da outra e, no caso de Íris, com os órgãos invertidos. Porém, mesmo que elas tenham a aparência igual, suas personalidades são muito diferentes. Enquanto Summer sempre foi a perfeitinha para todos, Íris carrega uma escuridão estranha consigo, uma inveja doentia pela vida que a irmã tem.

Quando o pai m0rre e deixa um testamento informando que não dividirá a fortuna entre a família, mas somente para o filho que casar e tiver o primogênito a herança será disponibilizada. Começa então, o jogo pela disputa do dinheiro, será até onde alguém pode ir para conseguir o que deseja?


O livro é narrado em primeira pessoa pelo ponto de vista de Íris, por esse motivo, é possível acompanhar seus pensamentos e sentimentos com muita exatidão, toda a inveja em relação a irmã ela não só deseja ter tudo que Summer possui, mas ser a própria Summer – é perturbador estar dentro de sua mente.

Entre passagens de tempo mais lentas, no dia a dia em uma viagem em alto mar, navegando pelo iate Betsabea, as duas irmãs ficam mais próximas, dividindo momentos pessoais e intercalando as horas de velejar, mas quando Íris acorda de um descanso e descobre que Summer sumiu é que o leitor irá questionar sua sanidade sobre como resolver esse infortúnio e, ter mais chances de conseguir todo o dinheiro.


Gostei muito da ambientação da história, apresentada de dentro de um iate e de todas as descrições que a autora apontou sobre navegação, além de, capítulos fluidos com pequenos plots nos deixando imersos e envolvidos na trama.

A Garota No Espelho é um thriller psicológico repleto de reviravoltas e com um final cheio de artimanhas, sem dúvida, deixará você cheio de teorias até que o desfecho seja revelado.

Resenha: Gente Ansiosa

Titulo: Gente Ansiosa
Autor: Fredrik Backman
Tradutora: Maira Parula
Páginas: 368
Editora: Rocco
Classificação: Não recomendado para menores de 16 anos.
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Sinopse: A busca por um apartamento não costuma ser uma situação de vida ou morte, mas uma visita imobiliária toma tais dimensões quando um fracassado assaltante de banco invade o apartamento e faz de reféns um grupo de desconhecidos.

O grupo inclui um casal recém-aposentado que procura sem parar, casas para reformar, evitando a verdade dolorosa de que não é possível reformar o casamento. Há um casal que, prestes a ter o primeiro filho, não concorda sobre nada. Acrescenta-se uma mulher de 87 anos que já viveu demais para temer uma ameaça à mão armada, um corretor imobiliário assustado, mas ainda disposto a vender, e um homem misterioso que se trancou no único banheiro do apartamento, e assim completamos o pior grupo de reféns do mundo.

Cada personagem carrega uma vida de reclamações, mágoas, segredos e paixões prestes a transbordar. Ninguém é exatamente o que parece. E todos — inclusive o ladrão — estão desesperados por algum tipo de resgate. Conforme as autoridades e a imprensa cercam o prédio, os aliados relutantes revelam verdades surpreendentes e desencadeiam eventos tão inusitados que nem eles próprios são capazes de explicar.
Na véspera da véspera de ano novo, um assaltante de banco tem a brilhante ideia de assaltar um banco que não trabalha com dinheiro em espécie. Na fuga, ele se refugia em um apartamento que está aberto com o objetivo de visitação para potenciais compradores. O que era para ser um assalto rápido e indolor, acaba se transformando em um drama de reféns com oito pessoas desconhecidas. Inicialmente estranhos uns aos outros, eles começam a perceber que talvez sejam mais parecidos do que gostariam.

"Mas quando você chegar em casa esta noite, quando este dia terminar e a noite nos levar, permita-se respirar profundamente. Porque sobrevivemos a mais este dia. Haverá outro amanhã."
O livro aponta três estilos de narrativa: o narrador onisciente que apresenta fatos relevantes sobre o passado de uma ponte, na qual 10 anos atrás um homem se suicidou; a narração do que está acontecendo dentro do apartamento durante o episódio com os reféns ou entre os policiais responsáveis pelo caso (aliás, são pai e filho); e uma terceira que são as transcrições dos depoimentos dos reféns após sua liberação por parte do assaltante.

A partir desses momentos, o autor nos conduz a uma história simples, mas repleta de personagens complexos que, entre passado e presente, vamos conhecer melhor a vida de cada um. Também percebemos o quanto eles são idiotas, e o quanto nós mesmos podemos ser às vezes. Afinal, somos todos humanos, erramos, trocamos os pés pelas mãos, agimos por impulso.


Gente Ansiosa nos proporciona um misto de sentimentos, eu ri, me emocionei, fiquei irritada e até inquieta em alguns diálogos, não pela história em si mas pela identificação que gera, todos nós somos essa "gente ansiosa"! Temos nossos medos e gatilhos querendo nos deixar cair e parar no meio do caminho.

"Mesmo que o mundo se degrade amanhã, eu ainda vou plantar a minha macieira."

Em suma, é uma obra reflexiva, muito mais que uma breve história de um assalto com os piores reféns do mundo. É uma crítica inteligente sobre a sociedade atual e com a responsabilidade de tratar temas tão necessários e presentes em nós.

Eu amei a leitura, me tocou profundamente, me fez refletir, rir também, me peguei rindo e falando sozinha diversas vezes.

Resenha: O Clube do Crime das Quintas-Feiras #1

Título: O Clube do Crime das Quintas-Feiras
Autor: Richard Osman
Tradutor: jaime Biaggio
Páginas: 400
Editora: Intrínsica
Classificação: Não recomendado para menores de 16 anos.
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Sinopse: Toda quinta, em um retiro para aposentados no sudeste da Inglaterra, quatro idosos se reúnem para ― segundo consta na agenda da sala de reunião ― discutir ópera japonesa. Mas não é bem isso que acontece ali dentro. Elizabeth, Ibrahim, Joyce e Ron usam o horário para debater casos policiais antigos sem solução, confiantes de que podem trazer justiça às vítimas e encontrar os responsáveis por algumas daquelas atrocidades do passado.

Com todos os integrantes acima dos setenta anos, o Clube do Crime das Quintas-Feiras não é a equipe de detetives mais convencional em que se conseguiria pensar, mas com certeza está mais do que acostumada a fortes emoções. Afinal, Joyce foi enfermeira por décadas, Ibrahim ajudou pacientes psiquiátricos em situações dificílimas, Ron era um reconhecido líder sindical e Elizabeth... bom, digamos que assassinatos e redes de contatos sigilosas não eram nenhuma novidade para ela.

Quando um empreiteiro local com projetos bastante questionáveis na cidade aparece morto, o grupo tem a oportunidade de seguir as pistas de um caso atual. Apostando em seus semblantes inocentes e habilidades investigativas estranhamente eficazes ― além de trocas de favores clandestinas com a polícia, que, apesar de todos os esforços, parece estar sempre um passo atrás de seus colegas amadores ―, os quatro amigos embarcam em uma aventura na qual as mortes do presente se entrelaçam com antigos segredos, e em que saber demais pode trazer consequências perigosas.
Imagina só, uma turma de idosos agindo como detetives de crimes e tentando solucionar assassinatos? Seria trágico se não fosse cômico! É o que você vai encontrar em O Clube do Crime das Quintas-Feiras.

Quatro aposentados vivem em Coopers Chase, um retiro para idosos muito confortável e privilegiado. O grupo é composto por Elizabeth, uma ex-agente de inteligência que nunca se aposentou realmente, Ron, um líder sindical, Ibrahim, um psiquiatra e Joyce, uma enfermeira.

Todas as quintas o grupo se reúne para discutir casos policiais antigos que não foram solucionados, com o intuito de encontrar justiça para as vítimas. Porém, quando um empreiteiro local é assassinado, o quarteto tem a chance de colaborar com um caso atual.


Parte da trama é narrada em primeira pessoa pela Joyce, através das anotações feitas em seu diário, mas não se limita apenas nela. Em outros momentos, a narrativa possui diferentes pontos de vista, assim como é contada em terceira pessoa a partir da policial Donna de Freitas, personagem secundária que também tem sua relevância.
"Tanta coisa para se perder, e logo a sanidade mental? Não dá para ser uma perna, um pulmão, qualquer outra coisa antes disso."
A leitura possui capítulos curtos, é muito dinâmica e despretensiosa, um dos pontos mais altos são os idosos, sem dúvida, são personagens muito cativantes e divertidos, repletos de ideias inusitadas para tentar solucionar os casos. É impossível não dar boas risadas ao ler os diálogos entre eles, dou destaque para a Joyce, que é daquelas idosas super fofinhas e cheia de curiosidade sobre o vocabulário dos jovens.
"Talvez estejamos clamando contra o apagar da luz que finda, mas isso é poesia e não a vida."
O livro tem uma boa dose de suspense e investigação mas não é o foco central, os idosos são o eixo da obra. E na minha opinião, é o que torna a história original. E a cereja do bolo é que o livro possui continuação, que já foi lançada no Brasil. O homem que Morreu Duas Vezes, vai dar continuidade na resolução de crimes ocorridos posteriormente ao primeiro caso. Teremos mais um mistério que envolve esses velhinhos carismáticos e divertidos.

Ana Paula

Aninha, 36 anos, Goiânia - GO. Designer de formação e coração. Ama estar em casa no aconchego dos seus livros, séries e filmes.




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